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Medicina - Goiânia

Atualizado em 21/01/15 13:20.


Turno: integral. | Duração: doze semestres. | Vagas: 110. | Câmpus: Colemar Natal e Silva. | Ingresso: 1º semestre.


Sobre o curso de Medicina

A Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (FM/UFG) é a primeira do Estado e iniciou suas atividades em 1960 e foi reconhecida em 1968, já graduou mais de 5.000 médicos, a maioria deles exercendo suas atividades na própria região Centro-Oeste.

Nos dias atuais convivem na graduação, professores com formação especializada, mas que compreendem a necessidade de dar um novo rumo à formação, com orientação para o modelo do médico generalista.

Desde a publicação das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) de 2001 a FM/UFG têm participado ativamente das mudanças curriculares propostas pelos Ministério da Educação e Cultura (MEC) e Ministério da Saúde (MS). Revisou o seu Projeto Pedagógico em 2003 e agora em 2014. Desde então participa de Programas indutores de mudanças curriculares financiados pelo MEC e MS, tais como PROMED, PRÓ-SAÙDE, PET SAÙDE e PRÓ-PET SAÚDE e PROVAB.

Uma nova proposta pedagógica vem sendo desenvolvida desde 2010, onde estão sendo reestruturados os conteúdos disciplinares e reformulados os processos pedagógicos, bem como o processo avaliativo do estudante, redefinindo-se o perfil do profissional a ser formado e a forma de integração dos conteúdos curriculares em cada momento do curso.

No presente momento, convivem na Faculdade de Medicina, dois modelos curriculares (2003, 2014). As principais mudanças ocorridas foram a introdução do modelo modular de currículo que propicia maior integração entre as disciplinas, aumento da participação do ensino na comunidade, orientação para utilização de metodologias ativas de ensino e métodos de avaliação coerentes com a nova proposta curricular.

Pretende-se que, ao se decidirem pelo ingresso no curso de Medicina, os estudantes tenham clareza dos objetivos da Faculdade de Medicina e conheçam as estratégias utilizadas para alcançá-los.


Profissão

O medico é o profissional autorizado pelo Estado para exercer a medicina. Com as mudanças ocorridas no  século  XX, as funções do médico tem se modificado no intuito de atender as demandas  de saúde da Sociedade.

A Câmara de Educação Superior em 2014 institui as DCN para o Curso de Medicina, atualizando as DCN de 2001 e estabelece os fundamentos para a formação médica. Desde então as Escolas Médicas iniciaram movimentos de mudanças para formar o médico com o perfil desejado. No seu Artigo 3º define que o graduado em Medicina terá formação geral, humanista, crítica, reflexiva e ética, com capacidade para atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde, nos âmbitos individual e coletivo, com responsabilidade social e compromisso com a defesa da cidadania, da dignidade humana, da saúde integral do ser humano e tendo como transversalidade em sua prática, sempre, a determinação social do processo de saúde e doença.

O órgão que regula a profissão é o Conselho Federal de Medicina, CFM, em conjunto com os Conselhos Regionais de Medicina, CRM, que possuem atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica. Além das competências primordiais como o registro profissional do médico e aplicação de sanções do Código de Ética Médica, o CFM exerce um papel político atuando na defesa da saúde da população e dos interesses da classe médica.

Após a graduação o médico pode atuar como generalista ou tornar-se um especialista através de residência médica reconhecida pelo MEC ou obter título de especialista reconhecido pelas Sociedades de Especialidades. Pode atuar como servidor público, em consultórios, clínicas, hospitais privados ou conveniados, ser docente ou pesquisador.



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